EPISÓDIO 41 – AURORA

Eu não quero ser lembrado, quero ser esquecido…

Nelson Piquet

Um fazendeiro do interior, que fora interpretado por George O’Brien, planeja assassinar afogada a ingênua esposa, que fora interpretada por Janet Gaynor, para ir morar na cidade grande com uma sedutora amante, que fora interpretada por Margaret Livingston, que chega para assombrar a monótona rotina dele, mas será que o jovem casal do interior conseguirá derrotar o fantasma metropolitano?

O longa-metragem “Aurora” de 1927 possui uma nota de 8,1 no IMDB e uma audiência de 92% no Rotten Tomatoes.

O Diretor F.W. Murnau odiava usar cartões de falas nos filmes dele, desta forma em Aurora (1927), esses tornam-se cada vez menos frequentes à medida que o filme avança e praticamente inexistentes ao final.

F.W. Murnau fora o diretor do retumbante sucesso “Nosferatu” (1922).

O primeiro longa-metragem produzido profissionalmente com uma trilha sonora real.

Este filme foi selecionado para o National Film Registry em 1989 por ser “culturalmente, historicamente ou esteticamente significativo”.

Embora bem recebido pela crítica, este filme não foi bem nas bilheterias, o que levou o estúdio a “controlar” F.W. Murnau criativamente nos próximos filmes dele.

Na trilha original, a música usada na cena no estúdio do fotógrafo após o casal derrubar a estátua é a “Marcha Fúnebre de uma Marionete”, de Charles Gounod – a mesma música que foi tema décadas depois, para a série de TV de Alfred Hitchcock.

Em 2007, o American Film Institute o classificou como o 82º maior filme de todos os tempos

O longa-metragem na íntegra:

PRÊMIOS E INDICAÇÕES

VENCEDOR

OSCAR (1929)

Melhor Filme; Melhor Atriz, Janet Gaynor; e Melhor Cinematografia, Charles Rosher e Karl Struss.

INDICADO

OSCAR (1929)

Melhor Direção de Arte, Rochus Gliese.

e mais seis prêmios e três indicações.

Nota geral:

Mais sobre:

Nos encontraremos novamente em quinze dias.

 

Até mais.

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